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Ulysses

Património Cultural, I.P.

Detalhes do Imóvel

Informação completa e documentação histórica.

Pelourinho de Aguiar da Beira

Arquitectura Civil / Pelourinho

Designação
Designação Atual
Pelourinho de Aguiar da Beira
Outras Designações
Pelourinho de Aguiar (designação do diploma de classificação) (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)
Tipologia
Pelourinho
Itinerário Temático
N/A
Descrição Geral
Nota Histórico-Artistica
Aguiar da Beira teve primeiro foral logo em 1120, concedido por D. Teresa e confirmado por D. Afonso II em 1220, seguindo-se-lhe foral reformado por D. Afonso III em 1258, e o foral novo manuelino, este de 1512. A partir deste documento, e até à actualidade, a vila recebeu e conservou o estatuto de concelho. Na antiga praça pública, em pleno núcleo histórico, conserva-se ainda o seu pelourinho, junto de outras construções que testemunham a importância de Aguiar da Beira durante a Idade Média e ao longo de vários séculos. Aí se ergue também uma imponente torre e uma fonte ameada (século XIV), o solar da Casa dos Magistrados (século XV), e a antiga Casa da Câmara (século XVIII), razão pela qual a praça é hoje denominada de Largo dos Monumentos. De resto, o pelourinho está classificado conjuntamente com a Torre Ameada e a Fonte Ameada (Monumentos Nacionais).
O pelourinho foi provavelmente erguido na sequência do foral outorgado por D. Manuel, embora alguns autores o considerem anterior. É constituído por um soco de quatro degraus octogonais, de parapeito boleado, sobre o qual se levanta o conjunto da base, coluna e remate, em granito. A base, de secção quadrangular, é chanfrada nos ângulos superiores. A coluna, de fuste oitavado e liso, é cingida por anel de ferro, e rematada no topo por um rebordo oitavado onde assenta o remate. Este consta de uma curiosa gaiola, composta por dois troncos piramidais truncados, o de baixo invertido, e o de cima sustentado por um colunelo central e por um outro lateral, ornado de molduras e botões na base e topo. A gaiola é, assim, quase inteiramente aberta, parecendo o chapéu (tronco de pirâmide superior) pairar sobre a taça. O chapéu é rematado por uma esfera armilar ainda em granito. Não parecem restar vestígios dos restantes colunelos, que supostamente seriam de número de oito, permanecendo a dúvida sobre se teriam de facto existido.
Vários outros pelourinhos idênticos subsistem na região, destacando-se o de Carapito, no mesmo concelho; merecem ainda menção os de Algodres, Almendra, Castelo Mendo, Castelo Rodrigo, Moreira de Rei, Muxagata, Trancoso, Marialva (este mais singelo), Alverca da Beira, Aveloso, Cedovim (restaurados), entre outros. SML
Diploma de Classificação
Decreto n.º 8 330, DG, I Série n.º 167, de 17-08-1922 (voltou a ser classificado, mas integrado no Trecho de arquitectura medieval constituído por pelourinho, torre ameada e fonte ameada - ver ficha) (ver Decreto)
Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 (ver Decreto)
Número do Processo
Não disponível
Proteção
Classificado
Classificado como MN - Monumento Nacional

ZEP n/a
Afectação 12736227
Abrangido em ZEP ou ZP
Sem registos associados
Outra Classificação
Sem registos associados
Localização
Guarda / Aguiar da Beira / Aguiar da Beira e Coruche
Largo dos Monumentos Nacionais
Aguiar da Beira -
Polícia:
LATITUDE
40.81633
LONGITUDE
-7.545156
Cronos - Linha do Tempo
Interativo
1120
1120, concedido por D.
1220
1220, seguindo-se-lhe foral reformado por D.
1258
1258, e o foral novo manuelino, este de 1512.
1512
1512.
1910
1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 (ver Decreto) Aguiar da Beira teve primeiro foral logo em 1120, concedido por D.
1922
1922 (voltou a ser classificado, mas integrado no Trecho de arquitectura medieval constituído por pelourinho, torre a...
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BIBLIOGRAFIAS
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Bibliografia

Título Autor(es) Tipo Data Local
Pelourinhos das Beiras CARDOSO, Nuno Catarino Edição 1936 Lisboa
Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral MALAFAIA, E. B. de Ataíde Edição 1997 Lisboa
Pelourinhos do Distrito da Guarda Edição 1998 Viseu

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Exploração Geográfica
Trecho de arquitectura medieval constituído por pelourinho, torre ameada e fonte ameada
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Aguiar da Beira

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Ponte portucalense sobre o rio Coja
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Aguiar da Beira

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Capela de Nossa Senhora da Lapa
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Conjunto constituído pelo Santuário do Senhor Santo Cristo da Fraga, ruínas do antigo convento, conduta de água e Casa de Romagem
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