A carregar dados...

Logótipo MCJD PCI
Logótipo MCJD PCI

Ulysses

Património Cultural, I.P.

Detalhes do Imóvel

Informação completa e documentação histórica.

Igreja Matriz de Veiros

Arquitectura Religiosa / Igreja

Designação
Designação Atual
Igreja Matriz de Veiros
Outras Designações
Igreja de São Salvador / Igreja Paroquial de Veiros / Igreja do Rei Salvador (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)
Tipologia
Igreja
Itinerário Temático
N/A
Descrição Geral
Nota Histórico-Artistica
Constituída como povoação desde o século V, Veiros foi reconquistada às tropas árabes em 1217 por D. Afonso II, sendo então repovoada e integrada numa comenda da Ordem de Avis. A sua igreja matriz terá sido fundada alguns anos depois, embora tenha sido referida pela primeira vez em documentação no ano de 1359, com o orago de Santa Maria Madalena.
Este templo primitivo manteve-se até meados do século XVI. No ano de 1559 foi assinada por D. Sebastião uma carta de privilégio autorizando a fundação de um novo templo, dedicado a São Salvador, que determinava que a obra deveria ser concluída num espaço de três anos, designando como mestre de obras João Álvares (Inventário Artístico de Portugal, 2000).
No entanto, a obra iria arrastar-se até ao final de Quinhentos. Em 1585, a Ordem de Avis via-se forçada a emitir um alvará que dava instruções para que as obras fossem concluídas rapidamente; no entanto, apesar das directrizes dadas, o templo terá sido sagrado apenas em 1595, segundo a indicação da data gravada no arco da capela-mor (Idem, ibidem).
Desconhece-se o autor do projecto da Matriz de Veiros, sendo provável que a traça tenha sido executada pelo mestre João Álvares, decalcando o modelo da igreja-salão de planta longitudinal, de que é exemplo a Igreja de Santo Antão de Évora. Apresenta uma planimetria rectangular, composta por três naves cobertas por abóbada de nervuras assentes sobre colunas toscanas, e cabeceira constituída por capela-mor e capelas colaterais. Nas naves laterais foram edificadas quatro capelas.
A fachada da igreja denuncia a estrutura interior, dividindo-se em três tramos marcados pela disposição de pilastras. Ao centro foi edificado o portal, de moldura rectangular decorada com motivos de ponta de diamante , no eixo do qual foi aberto um óculo. Nos tramos laterais estão inseridas duas janelas, que iluminam o coro-alto.
Catarina Oliveira
IPPAR/2005
Diploma de Classificação
Decreto n.º 5/2002, DR, I Série-B. n.º 42, de 19-02-2002 (ver Decreto)
Número do Processo
Não disponível
Proteção
Classificado
Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

ZEP n/a
Afectação 12707538
Abrangido em ZEP ou ZP
Sem registos associados
Outra Classificação
Sem registos associados
Localização
Évora / Estremoz / Veiros
Largo da Matriz
Veiros -
Polícia:
LATITUDE
38.953422
LONGITUDE
-7.50818
Cronos - Linha do Tempo
Interativo
1217
1217 por D.
1359
1359, com o orago de Santa Maria Madalena.
1559
1559 foi assinada por D.
1585
1585, a Ordem de Avis via-se forçada a emitir um alvará que dava instruções para que as obras fossem concluídas rapid...
1595
1595, segundo a indicação da data gravada no arco da capela-mor (Idem, ibidem). D
2000
2000).
2002
2002, DR, I Série-B.
2005
2005
0
IMAGENS
2
BIBLIOGRAFIAS
PCIP Logo
Acesso Móvel
QR Code

Aponte a câmara do telemóvel para aceder a esta ficha no imediato.

Partilhar Património

Bibliografia

Título Autor(es) Tipo Data Local
História da Arte em Portugal - o Renascimento e o Maneirismo SERRÃO, Vítor Edição 2002 Lisboa
Inventário Artístico de Portugal - Aveiro, Beja, Coimbra, Évora, Leiria, Portalegre, Porto e Santarém SEQUEIRA, Gustavo de Matos Edição 2000 Lisboa

Galeria de Imagens

Sem Imagens

Não foram encontradas imagens para este registo.

Visualização Geográfica

Imóveis nas Proximidades

Exploração Geográfica
Castelo de Veiros
Castelo de Veiros

Estremoz

Ver Ficha
Palácio dos Coutinhos
Palácio dos Coutinhos

Estremoz

Ver Ficha
Pelourinho de Veiros
Pelourinho de Veiros

Estremoz

Ver Ficha
Anta do Montinho das Pretas
Anta do Montinho das Pretas

Monforte

Ver Ficha