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Ulysses

Património Cultural, I.P.

Detalhes do Imóvel

Informação completa e documentação histórica.

Chafariz do Rossio de São Brás

Arquitectura Civil / Chafariz

Designação
Designação Atual
Chafariz do Rossio de São Brás
Outras Designações
Chafariz do Rossio de São Brás / Chafariz do Rossio de São Braz (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)
Tipologia
Chafariz
Itinerário Temático
N/A
Descrição Geral
Nota Histórico-Artistica
A origem do Chafariz do Rossio de São Brás está longe de ser consensual, e várias são as datas apontadas para a sua construção. "(...) As informações recolhidas apontam para o ano de 1592, a mando de D. Filipe II. Assim, Augusto B. Elerperck, atribuí a sua edificação ao monarca e à data mencionadas, enquanto André de Resende afirma que já existiria em 1573, indicando-a como parte integrante da rede distribuidora das águas de prata. Por outro lado, Túlio Espanca considera que teria sido construída pouco depois de 1604, pela Câmara Municipal da Cidade. Finalmente o Padre Frederico da Fonseca, refere a sua existência em 1728 (...)" (GUERREIRO, Madalena, 1999, p. 27).
No entanto, há notícia da permissão concedida por D. Manuel a um munícipe para a construção de um poço no Rossio em 1497, mais tarde (c. 1501) transformado em chafariz público, facto que se pode relacionar com o Chafariz do Rossio de São Brás, mas apenas no plano das hipóteses (GUERREIRO, Madalena, 1999, p. 27).
O Chafariz assenta numa escadaria circular constituída por cinco degraus de granito, interrompidos lateralmente por dois tanques rectangulares. A taça superior, originalmente lobulada, apresenta hoje a forma de um leque, com curvas e contracurvas em movimento ondulado. Ao centro do tanque, ergue-se uma agulha piramidal sustentando uma esfera, sob a qual irrompem as gárgulas primitivas. De facto, uma descrição de 1651 que figura no Tombo Municipal, refere que, nessa época, a água caia da esfera situada no remate da pirâmide central, pelo que era facilmente levada pelo vento. Consequentemente, foram abertos os quatro orifícios que se observam, mais abaixo, no pedestal da pirâmide, por forma a que a água corresse por aí.
(Rosário Carvalho)
Diploma de Classificação
Portaria n.º 505/2011, DR, 2.ª Série, n.º 76, de 18-04-2011 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 3-01-2011 do Secretário de Estado da Cultura
Procedimento prorrogado até 31-12-2011 pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 30-06-2008 da DRC do Alentejo para a classificação como IIP
Edital de 16-05-2008 da CM de Évora
Despacho de abertura de 19-01-1996 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 17-01-1995 da DR de Évora para a classificação como IIP
Número do Processo
Não disponível
Proteção
Classificado
Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

ZEP Portaria n.º 505/2011, DR, 2.ª Série, n.º 76, de 18-04-2011 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 3-01-2011 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 20-11-2008 da DRC do Alentejo
Afectação 181502
Abrangido em ZEP ou ZP
Sem registos associados
Outra Classificação
Sem registos associados
Localização
Évora / Évora / Malagueira e Horta das Figueiras
Rossio de São Brás
Évora -
Polícia:
LATITUDE
38.566561
LONGITUDE
-7.90727
Cronos - Linha do Tempo
Interativo
1497
1497, mais tarde (c.
1501
1501) transformado em chafariz público, facto que se pode relacionar com o Chafariz do Rossio de São Brás, mas apenas...
1573
1573, indicando-a como parte integrante da rede distribuidora das águas de prata.
1592
1592, a mando de D.
1604
1604, pela Câmara Municipal da Cidade.
1651
1651 que figura no Tombo Municipal, refere que, nessa época, a água caia da esfera situada no remate da pirâmide cent...
1728
1728 (...)" (GUERREIRO, Madalena, 1999, p.
1995
1995 da DR de Évora para a classificação como IIP A origem do Chafariz do Rossio de São Brás está longe de ser consen...
1996
1996 do vice-presidente do IPPAR Proposta de 17-01-1995 da DR de Évora para a classificação como IIP A origem do Chaf...
1999
1999, p.
2008
2008 da DRC do Alentejo para a classificação como IIP Edital de 16-05-2008 da CM de Évora Despacho de abertura de 19-...
2009
2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
2010
2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IG...
2011
2011, DR, 2.ª Série, n.º 76, de 18-04-2011 (ver Portaria)Despacho de homologação de 3-01-2011 do Secretário de Estado...
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Bibliografia

Título Autor(es) Tipo Data Local
Inventário Artístico de Portugal, vol. VII (Concelho de Évora - volume I) ESPANCA, Túlio Edição 1966 Lisboa
Chafarizes e fontes públicas da cidade de Évora GUERREIRO, Manuela da Palma Edição 1999
"Sinopse das ruas de Évora 1849", A cidade de Évora, anos XXXV-XXXVI, nº61-62, Évora, Câmara Municipal de Évora, 1978-79 ELERPERCK, Augusto Butler Edição

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